
Mes@ de Mulher
sábado, 28 de maio de 2011
Dicas preciosas de organização de armários

sexta-feira, 27 de maio de 2011
LETRA E VÍDEO Adele - Rolling In The Deep
Rolling In The Deep
quarta-feira, 25 de maio de 2011
O AMOR - KALIL GIBRAN - Narração Letícia Sabatella
Quando o amor vos chamar, segui-o,
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
Embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
Como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,
Assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
Trabalha para vossa queda.
E da mesma forma que alcança vossa altura
E acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
Assim também desce até vossas raízes
E as sacode no seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma
No pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas, o amor operará em vós
Para que conheçais os segredos de vossos corações
E, com esse conhecimento,
Vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia, se no vosso temor,
Procurardes somente a paz do amor e o gozo do amor,
Então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez
E abandonásseis a eira do amor,
Para entrar num mundo sem estações,
Onde rireis, mas não todos os vossos risos,
E chorareis, mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio
E nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui, nem se deixa possuir.
Porque o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:
“Deus está no meu coração”,
Mas que diga antes:
"Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
Pois o amor, se vos achar dignos,
Determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo
Senão o de atingir a sua plenitude.
Se, contudo, amardes e precisardes ter desejos,
Sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e serdes como um riacho
Que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor
E de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado
E agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia
E meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para o bem-amado,
E nos lábios uma canção de bem-aventurança.
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Copyright © Arnaldo Poesia - Le Monde de Paris - Quinzaine Littéraire.
Visite a minha página: Gibran Kahlil Gibran: O Poeta do Amor
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NA FLORESTA - POEMA DE KHALIL GIBRAN
Na Floresta não existe nem rebanho, nem pastor; Quando o inverno caminha, segue seu distinto curso como faz a primavera; Os homens nasceram escravos daquele que repudia a submissão; Se ele um dia se levanta, lhes indica o caminho, com ele caminharão.Dá-me a flauta e canta! O canto é o pasto das mentes, e o lamento da flauta perdura mais que rebanho e pastor.
Na floresta não existe ignorante ou sábio; Quando os ramos se agitam, a ninguém reverenciam; O saber humano é ilusório como a cerração dos campos que se esvai quando o sol se levanta no horizonte. Dá-me a flauta e canta! O canto é o melhor saber, e o lamento da flauta sobrevive ao cintilar das estrelas.
Na floresta só existe lembrança dos amorosos; Os que dominaram o mundo e oprimiram e conquistaram, seus nomes são como letras dos nomes dos criminosos; Conquistador entre nós é aquele que sabe amar. Dá-me a flauta e canta! E esquece a injustiça do opressor. Pois o lírio é uma taça para o orvalho e não para o sangue.
Na floresta não há crítico nem sensor; Se as gazelas se perturbam quando avistam companheiro, a águia não diz: ‘Que estranho’. Sábio entre nós é aquele que julga estranho apenas o que é estranho. Ah, dá-me a flauta e canta! O canto é a melhor loucura e o lamento da flauta sobrevive aos ponderados e aos racionais.
Na floresta não existem homens livres ou escravos; Todas as glórias são vãs como borbulhas na água; Quando a amendoeira lança suas flores sobre o espinheiro, não diz: ‘Ele é desprezível e eu sou um grande senhor’. Dá-me a flauta e canta! Que o canto é glória autêntica, e o lamento da flauta sobrevive ao nobre e ao vil.
Na floresta não existe fortaleza ou fragilidade; Quando o leão ruge não dizem: ‘Ele é temível’. A vontade humana é apenas uma sombra que vagueia no espaço do pensamento, e o direito dos homens fenece como folhas de outono. Dá-me a flauta e canta! O canto é a força do espírito, e o lamento da flauta sobrevive ao apagamento dos sóis.
Na floresta não há morte nem apuros; A alegria não morre quando se vai a primavera; O pavor da morte é uma quimera que se insinua no coração; Pois quem vive uma primavera é como se houvesse vivido séculos. Dá-me a flauta e canta! O canto é o segredo da vida eterna, e o lamento da flauta permanecerá após findar-se a existência."
BB - BAIA DA GUANABARA E BALEIAS


MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA

Todos os dias, centenas de mulheres são assassinadas nas cidades e no campo.
domingo, 22 de maio de 2011
VIDA VEGETARIANA
