Mes@ de Mulher

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sábado, 13 de outubro de 2012

Halloween na Eucação Infantil

"Halloween na EDUCAÇÃO INFANTIL

Pouco comum no Brasil, o Halloween é uma oportunidade para se trabalhar com as diferentes culturas e tradições dos povos. Esta data faz mais sentido, se no currículo da escola tiver aulas de Inglês." Veja mais sobre este assunto em: http://tiafabiolaecia.blogspot.com.br/2009/10/halloween-na-educacao-infantil.html





sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O Segredo dos Japoneses para a Longevidade e Saúde.


Sushi, sashimi, missô, tigelinhas com bardana e gergelim e por aí vai. Os japoneses adoram comer, mas têm a menor taxa de obesidade entre os povos. Como se explica o paradoxo? É a vez de as japonesas contarem por que sua dieta as torna as mulheres mais longevas da Terra.

Em 2004, a Organização Mun dial da Saúde (OMS) alertou a população sobre uma “epidemia global de obesidade”, com mais de 1 bilhão de adultos acima do peso. Na contramão dessa estatística, está o Japão, com uma taxa de obesidade de apenas 3% – nos Estados Unidos as mulheres somam 34%, na França 11% e no Brasil, entre homens e mulheres, 38,6 milhões de pes soas estão com o peso acima do recomendado. Como conseqüência na tural desses baixos índices, os japoneses estão gastando menos com tratamentos de saúde (2,8 dólares por pessoa, por ano, contra 5,7 dólares nos Estados Unidos). Outro dado é que as orientais também podem se gabar de ter a maior expectativa de vida do mundo: 85 anos. Beneficiadas pela genética? Naomi Moriyama, 47 anos, consultora de marketing e autora do recém-lançado Mulheres Japonesas Não Envelhecem Nem Engordam (ed. Rocco), em parceria com o marido, William Doyle, garante que essa não é a explicação. De Nova York, onde mora, ela conversou com Bons Fluidos e compartilha os sete segredos de cozinha que faz os japoneses aparentarem me nos idade do que têm.

Estamos curiosos para saber qual o segredo das mulheres japonesas para retardar o envelhecimento e manter o peso saudável.
Naomi Moriyama – Nossa dieta é rica em soja, vegetais e peixes – o Japão contabiliza 2% da população mundial, mas consome 10% dos peixes pescados no mundo. Preferimos arroz a pão e junk food. Evitamos frituras, molhos pesados e gordura animal. Nos sas porções são menores, servidas em pequenas e belas louças, e praticamos atividades físicas diariamente.

BF – No livro, você diz que o ideal é deixar a mesa quando estivermos 80% satisfeitos.
NM – Esse é um dos sete pilares da cozinha japonesa. E é fácil incorporá-lo. Lembre-se de que a refeição deve saciar sua fome e não deixá-la empanturrada. Algumas pesquisas sugerem que o cérebro demora de 15 a 20 minutos para constatar que o estômago está cheio, então, alimentar-se calmamente vai ajudá-la a descobrir a hora certa de colocar o prato de lado. Outra coisa prática são as tigelas e travessas menores, que reduzem o tamanho das porções. 

BF – Você engordou 11 kg quando deixou Tóquio pela primeira vez e se mudou para os Estados Unidos para estudar.
NM – Algumas pessoas pensam que os japoneses são beneficiados pela genética, mas estudos mostram que, quando imigram para países como Brasil e EUA e adotam dietas pouco saudáveis, eles rapidamente começam a engordar e a desenvolver certas doenças. Ganhei peso porque passei a comer muita junk food. Raramente ingeria frutas e vegetais. Sem falar que minha rotina de exercícios se resumia a ir do quarto do campus para a sala de aula.

BF – Quando recuperou o peso anterior?
NM – Emagreci quando retornei ao Japão, dois anos mais tarde, porque passei a comer o que minha mãe preparava e a caminhar por Tóquio. Anos depois, casada e morando novamente nos EUA, o mesmo aconteceu com meu marido. A primeira vez que foi visitar minha família pesava 100 kg, mas se apaixonou de tal maneira pela culinária local que, na volta a Nova York, trouxe diversas receitas da minha mãe na bagagem e, gradualmente, perdeu 18 kg!

BF – Como manter os hábitos orientais nos Estados Unidos?
NM – Moro em Nova York há quase 20 anos. Aprendi a preparar refeições com toques da culinária japonesa. Prefiro peixes, vegetais – especialmente folhas verdes, rabanete, nabo e berinjela, frutas e grãos integrais. Cozinhar não tem que ser demorado e chato, mas os ingredientes precisam ser frescos. A cozinha japonesa é rápida, simples, e você só precisa da pia e do fogão. As japonesas cozinham a vapor, grelham, refogam ou fritam rapidamente em fogo alto. E os temperos são sutis.

BF – Qual tempero não pode faltar?
NM – O dashi, um caldo de peixe (flocos de bonito), algas (marrom) e cogumelos, que serve como uma alternativa ao caldo de carne.

BF – Quais alimentos as japonesas evitam?

NM – A beleza da dieta japonesa não está apenas no que se consome, mas no que se deixa de consumir. De acordo com dados das Nações Unidas, nossas refeições contêm muito menos carne, açúcar manteiga e gordura animal que as americanas. Portanto, ingerimos menos gorduras saturadas e trans, que fazem mal à saúde.

Fonte: Bons fluidos

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Individuação

Algumas vezes, nestas "raras vezes", acontece algo que...sei lá...
Um Espírito Santo, Consolador, Iluminado, Seres Ascencionados, Anjo, Eu Superior, Divina Inspiração, ou qualquer denominação que o ser humano, em busca de si mesmo , pode contar...ou contactar...
Este "Espírito de Verdade" nos chega como se fosse inspiração e nos enche de algo no coração, que algo que transborda...
E esta sensação se inicia como um sentimento de grande agradecimento a Vida...a Tudo e a Todos...
É algo realmente inexplicável ou difícil de explicar...Mas, é incontrolável e a caneta desliza fácil...e a palavra sai e escrevemos...
Mas penso, intuo...que este é o primeiro sentimento, sensação para algo que não conheço...que não conhecemos mas que nos leva a um sentimento...a um sentir de algo Bom inimaginável...
Religiões nos mostram os Caminhos a seguir...São tantas as sendas quanto foi e é capaz a imaginação e busca do homem a algo que ele não sabe explicar, conceituar no concreto...
Desde do início, o ser humano, "inventando" um Deus Externo", quando, na verdade, ele intuia que existia algo maior dentro de si mesmo...que teria, "todas as possibilidades"...
Dando um salto na Evolução, os alquimistas, magos e, porque não dizer, cientistas...codificaram e sistematizaram essas experiências...Criando visões que não são mais lineares...Unindo e explicando, presente, passado e futuro...
Promovendo aquilo que muitos chamam de "Uma Nova Era", onde fomos, somos e seremos...tudo ao mesmo tempo...
O tempo do Eterno Presente chegou.
Bem Vindos a uma Nova Era, que está se iniciando em nossos corações, mentes e corpos...
Você tem a possibilidade a possibilidade de ser...Agora...O que será..."




sábado, 28 de julho de 2012

Experiências de Vida



Das minhas experiências profissionais em uma Comunidade de alto risco...
"Mas, apesar de tudo, valeu a pena...pois aprendi muito...vivenciei a "guerra"...sem estar em uma...aprendi o que a vida de pessoas que vivem em zonas de conflito...que tem suas atividades diárias de vida, seu "ir e vir"...paralisados...interrompidos...Vivenciei o que é "gueto"...Aphartaid...tudo junto...Vivenciei a "miséria das misérias"...as "favelas" subprodutos das favelas...aonde o que parece que é o fim...não é o fim...Pois muitas pessoas são alijadas até mesmo das favelas...indo construir seus barracos, com papelão e placas de propaganda...Para além das favelas...Convivendo com lixo e toda a sorte de vetores: Ratazanas, principalmente, que atacam seus bebês à noite, roendo seus rostos...E, sobretudo...Aprendi a dar valor a minha profissão...Ao esforço dos meus pais em me formar...E com isso, tirei forças para continuar...por eles, e pelo meu filho..."

terça-feira, 24 de julho de 2012

Clarice Lispector...Quando a Maga da criação artística foi a um Congresso de Bruxaria.


Uma vez...há uns 10 anos atrás, li em uma revista que Clarice seria uma bruxa...Teria estudado magia.
Na verdade, em 1975 ela foi convidada para ir ao I Congresso Mundial de Bruxaria em Bogotá...
Este convite inusitado, segundo a própria escritora,  se deveu ao fato de um crítico ter dito que ela usava as palavras não como escritora mas como bruxa. 
Na ocasião, deu uma entrevista para a Revista Veja onde afirma: " "No Congresso pretendo mais ouvir do que falar. Só falarei se não puder evitar que isso aconteça, mas falarei sobre a magia do fenômeno natural, pois acho inteiramente mágico o fato de uma escura e seca semente conter em si uma planta verde e brilhante. Também pretendo ler um conto chamado ‘o ovo e a galinha’, que é mágico o ovo é puro, o ovo é branco, o ovo tem um filho". 

Agora...uma das coisas que mais aguçou a curiosidade de seus leitores e fãs, era que Clarice era supersticiosa...Um exemplo: datilografava seus textos sempre contando sete espaços, demonstrando com isso, ter conhecimento sobre o poder dos números.
Mas, tudo isso foi esclarecido em 2005, quando a Editora Rocco lançou o Livro: Outros Escritos, quando publicou a sua Intervenção no Congresso. 
A Intervenção seria uma Introdução e a leitura de seu conto O Ovo e a Galinha...A introdução ela desistiu de fazer no Congresso...mas no livro citado acima, e que transcrevo agora, tem a dita introdução...E um link para o Conto O Ovo e a Galinha...

Literatura e Magia
 
           Tenho pouco a dizer para uma platéia exigente. Mas vou dizer uma coisa: para mim, o que quer que exista, existe por algum tipo de mágica. Além disso, os fenômenos naturais são mais mágicos do que os sobrenaturais. Dois meses atrás aconteceu uma coisa comigo que chego a estremecer, só de pensar. Eu estava angustiada, sozinha, sem perspectiva nenhuma, vocês sabem como é. Quando de repente, sem nenhum aviso, uma chuvarada, seguida por uma ventania, começou a cair. Essa chuva súbita me liberou, liberou toda a minha energia, trouxe calma e me deixou tão relaxada que logo depois dormi profundamente, aliviada. A chuva e eu, nós duas tivemos um relacionamento mágico. No dia seguinte li no jornal, para surpresa minha, que a chuva que tinha me afetado como magia branca, afetara outras pessoas como magia negra. As reportagens diziam que tinha sido uma chuva muito forte, com granizo em alguns lugares, que tinha destelhado muitas casas, que quase provocara a queda de um avião.
           Também considero mágico o sol inexplicável que aquece todo o meu corpo. Mágico também é o fato de termos inventado Deus e que, por milagre, Ele existe. Eu mesma, pelo menos conscientemente, jamais lidei diretamente com mágica. No entanto, pintei um quadro, e uma amiga me aconselhou a não olhar para ele, pois poderia me fazer mal. Concordei. No quadro, que chamei de “Terror”, arranquei de mim, talvez através da magia, todo o horror que um ser sente no mundo. A tela era pintada de preto, quase no centro havia uma terrível mancha amarelo escuro, e dentro dessa mancha algo vermelho, preto e amarelo vivo. Parecia uma mariposa sem dentes querendo gritar, sem conseguir. Perto da massa amarela, por cima do preto, pintei dois pontos completamente brancos que talvez fossem a promessa do alívio futuro. Olhar para esse quadro me faz mal.
           Não acredito em nada. Ao mesmo tempo acredito em tudo. No dia primeiro de janeiro de 1974 estava parada nos degraus de uma escada perto da casa de um amigo, à espera dele. Fazia muito calor e tudo parecia deserto. Era um feriado e de repente fiquei completamente desesperada, sem perspectiva nenhuma. Cobri o rosto com as mãos e pensei: Por favor, meu Deus, mande-me pelo menos algum símbolo de paz. Então abri os olhos e um minuto depois vi dois pombos perto de mim. Fiquei surpresa e um pouco assustada. Logo depois fomos ao cinema, meu amigo e eu. Perto do cinema havia uma loja fechada, porque era feriado, e vi através da vitrine uma espécie de pote com quatro pombos dentro. No dia seguinte fui até aquela loja e comprei o enfeite de porcelana. No outro dia uma pequena pena de pombo caiu em cima de mim. Eu a perdi. E o episódio com o pássaro aconteceu de forma dramática. Era mais uma vez um dia muito quente e eu estava completamente exausta. Voltava do centro da cidade num táxi. Usava óculos escuros. E tão cansada que apoiei a cabeça no braço, tentando descansar um pouco. Então senti alguma coisa me incomodando, entre a lente dos óculos e o meu olho esquerdo. Tirei os óculos e achei uma pena de pombo. Sem comentários. Dois dias depois fui consultar um médico amigo meu e novamente peguei um táxi. O motorista freou de repente. Perguntei para ele, o que houve? Ele respondeu, quase matei um pombo, mas graças a Deus, ele escapou. Cheguei ao consultório do meu amigo e contei para ele aquela história dos pombos desde o início. E perguntei, qual o significado dessas coisas estranhas? Ele respondeu sorrindo, coisas boas não precisam de explicação. E disse mais, quer que eu lhe dê uma pena de pombo? Eu disse, claro que sim, se tiver uma. Ele se abaixou, pegou uma pena no chão e me deu. Ainda sem comentários.
           Um dia aconteceu outra coisa com um amigo meu. Ele tinha um lindo curió, pássaro raro de se encontrar no Rio, especialmente em Copacabana. Uma manhã, quando foi alimentá-lo, viu com tristeza que o curió tinha morrido. Não havia nada que pudesse fazer além de lamentar a morte do passarinho. Uma hora depois a empregada gritou, vem cá depressa, vem ver uma coisa. Todos foram para os fundos da casa e viram, tremendo um pouco, no chão, um curió. O passarinho não tentou escapar e foi posto na gaiola. Comeu e começou a cantar. Eu pergunto, por quê? Para quê? Também não existe resposta para o fato de haver, numa pequena semente, numa simples semente de árvore, essa promessa de vida, o fenômeno de uma semente que contém vida é totalmente impossível. Um escritor brasileiro disse que estar vivo é impossível, e eu acrescento que nascer é impossível.
           E para terminar, direi uma coisa que pode parecer absurda, porque o que vou dizer é alta matemática, mágica pura. A mágica em relação ao que se escreve chama atenção para a palavra “inspiração”. Como explicar a inspiração? Às vezes, no meio da noite, dormindo um sono profundo, eu acordo de repente, anoto uma frase cheia de palavras novas, depois volto a dormir como se nada tivesse acontecido. Escrever, e falo de escrever de verdade, é completamente mágico. As palavras vêm de lugares tão distantes dentro de mim que parecem ter sido pensadas por desconhecidos, e não por mim mesma. Os críticos consideram que escrevo o que chamam de “realismo mágico”. E um crítico, não me lembro de qual país da América Latina, escreveu sobre mim: ela não é escritora, é uma bruxa.
           E agora quero ouvir o que vocês sabem sobre bruxaria.
Depois de Ler...Tirem as suas próprias conclusões...Bjs e inté...

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Almôndegas de Soja com Molho de Tomate "Pomarola"



Bom...Fiquei o dia inteiro para publicar esta receita...Como foi um teste...Fui fazendo e mudando a quantidade de ingredientes...para que ficassem crocantes e firmes por fora e molinhas por dentro...como são as almôndegas ...E como resolvi fazê-las com um molho de tomates, elas teriam que ter realmente uma consistência firme...para que não dissolvessem no molho...Adoro testar estas coisas na cozinha...Mas a vida não é só cozinhar...Hoje me ocupei de outras coisas também...É a "segundona nossa de toda a semana"...
Mas vamos a receita?



Ingredientes para as Almôndegas:


*1/2 pacote de proteína texturizada de soja ( 250 gr.)
* 3 fatias de pão integral ou 4 pãezinhos franceses..ou outro de sua preferência...usei o pão integral de cereais.
* 7 colheres de sopa de farinha de trigo
* 1 tablete de caldo de legumes
* 1 cebola picadinha...bem batidinha ( a ralada solta muita água)
* Orégano a gosto
* Manjerona ou manjericão a gosto 
* Pimenta de cheiro a gosto ( ou outra de sua preferência...da próxima vez vou testar com a pimenta calabresa...mas muito cuidado...adicione aos poucos e prove...).
*2 dentes de alho amassados...
*água fervente que cubra a proteína de soja...


Modo de Fazer as Almôndegas: 


Ferva a água. Deixe a proteína de soja de molho com sal...Deixei por 1 hora...Escorra no escorredor de arroz...Esprema bem cada punhado com as mãos e coloque em uma tigela grande...
Molhe o pão em água e esprema bem...Adicione à proteína...
Adicione a farinha de trigo, os temperos e prove o sal ( não precisei adicionar sal, pois já havia colocado na água do molho) e o tablete de legumes já contém sal...
Amasse bem...até que fique bem homogêneo...
Coloque para descansar um pouco na geladeira...uns 30 minutos.  
Faça as bolinhas...Um pouco menor que uma bola de ping-pong...você vai ter umas 20 almôndegas...

Frite-as em uma panelinha com bastante óleo...Coloque umas 3 a 5 para fritarem...Escorra-as e reserve.
Você pode comê-las assim, fritas, com arroz, salada, etc...Ou...Adicioná-las a molhos para massas...Como este a seguir: 


Molho "Pomarola"


* 3 a 4 tomates sem pele.
* 1 lata pequena de extrato de tomate
* 2 dentes de alho
* 1 cebola média
* 1/3 de um pimentão
* 50 gramas de azeitona verde
* 3 colheres de azeite 
* Manjericão ou orégano (à gosto)
* Salsinha e cebolinha


Modo de Fazer


Frite o alho previamente amassado...quando estiver dourando, adicione a cebola picada...refogue até que a cebola fique brilhante...antes de dourar...
coloque a massa de tom..ate...deixe fritar um pouco para tirar o "azinabre"...rsrsrs...ela tem que "fritar e reduzir....para sair o azedo.
Depois adicione os tomates picados em cubinhos, o pimentão picadinho...e água...uns três copos...deixe apurar em fogo baixo, com a panela destampada...mexendo de vez em quando...Depois que reduzir ao ponto de molho, adicione as azeitonas, picadas ou inteiras...o sal, o orégano ( ou manjericão)...e por último...um pouco antes de desligar, o cheirinho verde picadinho ( se usar a cebolinha, use somente a parte branca...)...Está pronto o molho...


Adicione a este molho as almôndegas...Deixe-as um pouco neste molho no fogo baixo...
Se deixar de um dia para o outro, melhor ainda...pois o molho vai penetrar nelas e elas ficarão parecidas com aquelas em lata...
Depois você pode servir com "macarrone"...Eu gosto com espaguete...Mas pode ser o da sua preferência...
Bom...espero que aprovem...
Bjs. e inté!!!